Panela de pressão

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Panela de pressão WMF

Acredito que eu não seja a única pessoa do mundo que tenha um certo medinho da panela de pressão… né? Digam que sim, por favor, nem que seja por solidariedade. É uma coisa que vem desde criança, da época em que você entrava na cozinha, chegava perto do fogão e sua mãe já chegava junto falando:

-Menina, sai de perto da panela de pressão que isso aí é perigoso!

Acontece que tem certos alimentos, cujo preparo é inifitamente mais rápido com a ajuda da tal panela que assobia. Arroz integral por exemplo. E isso acarreta também numa certa economia, de tempo e dinheiro, já que se usa menos gás. Pensando nisso, achei que deveria dar uma chance à panela de pressão e tentar superar um dos meus medos na cozinha. A coisa toda se deu em duas etapas, pois a primeira que eu comprei simplesmente não cumpriu seu propósito. Explico.

Passeando pela Spicy, vi uma de inox, maravilhosa, da WMF, toda brilhante, toda trabalhada no design, daquelas que você deixa em cima do fogão pra mostrar pras visitas. Peguei pra conferir mais de perto e ainda pude perceber que a tal, além de tudo, era bem pesadona, com fundo triplo, com a tampa toda desmontável para ajudar na hora de lavar e impedir que um grão de arroz malicioso entupisse a válvula. Foi amor à primeira vista, sou do tipo que se apaixona por panelas, e eu estava super decidida a comprá-la. Até que vi o preço: quase R$ 1000,00. Não dava, ela me custaria muitas horas-aula, mas não foi fácil deixá-la na loja, em cima daquela prateleira fria, virar as costas e sair andando. Admito que fiz isso com um baita peso no coração. “Tchau, panela.”

Aí que no supermercado achei uma brazuca, daquela marca do relógio em inglês, revestida com antiaderente, por um preço bem camarada e lembrando que era uma dessas que a minha mãe tinha em casa. Se é igual à da mãe da gente, a probabilidade de erro tende a zero, certo?

Errado! Cheguei em casa com ela, bem feliz da minha vida, e botei umas alcachofras pra cozinhar. E quem disse que a panela pegava pressão? Não sei bem a razão do problema, o fato é que não havia meio dela desempenhar sua função a contento. Fiquei #chatiada, levei no mercado e peguei meu dinheiro de volta.

Nisso se passou um ano e me apareceu uma oportunidade de viajar pra Alemanha. “Perfeito! Trago a panela da WMF de lá!” E foi o que eu fiz, por um terço do preço daqui comprei a bonita e trouxe de volta comigo na mala, me sentindo a rainha das sacoleiras. É claro que, em comparação aos companheiros de esteira que chegavam de Miami, eu, com minha malinha de 15 Kg contando com a panela de inox de fundo tripo, era sacoleira mirim, faixa branca.

Panela de pressão WMF

Hoje em dia ela me quebra um galhão! E você? Me conta, tem panela de pressão? Usa? Morre de medo?

 

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Sobre Ângela

Professora, mestranda e dona de casa. Ou seja, a pessoa que, na concepção dos outros, menos trabalha no mundo.

Comentários

  1. Bruna diz:

    Olá! Você saberia informar onde é possível encontrar acessórios para conserto desta panela no Brasil, como borracha para a tampa?

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