Ainda a casa nova

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Mudar de casa não é tarefa fácil, mesmo. Por mais que a gente abra caixa, desempacote embrulhinho de jornal por embrulhinho de jornal, abra malas de roupas infinitas, parece que sempre fica uma caixa por abrir e uma mala por desempacotar. Socorro! E descobrir que você tinha muito, mais muito, mais coisa do que você jamais sonhou que tinha? Eu achei que tinha descoberto quase tudo na hora de encaixotar as coisas todas pra mudança.

*pausa para rir ALTO da minha cara*

Eu voltei para Campinas no começo de junho, lembram? Pois que em outubro fui visitar uma amiga em Florianópolis e peguei uma mala menorzinha, crente que já tinha esvaziado há tempos. O que eu achei dentro dela? Roupas de inverno! Echarpes, boinas, luvas… coisas que eu nem me lembrava mais que tinha! Aí me pego me perguntando: “Precisa de tudo isso? Eu não fui capaz de viajar por dois meses com uma mala de 15Kg?” Assim, fui, mas quando a gente tem residência fixa precisa de um pouco mais de espaço nos armários, pra caber aquele vestido de festa, o casaco de frio, o terninho que te deixa na maior “elegança”. A gente que é sedentária e não pode viver com uma mala de roupas. Antes que as radicais do “fora consumismo!” venham brigar comigo, saio em minha defesa: não dá pra viver de uma mala de roupas, porque no verão chove horrores e tem dias em que a roupa não seca (eu sou a feliz proprietária de uma lava-roupas, mas sei que nem todo mundo divide essa felicidade comigo), sem contar que casacos pesados de inverno ocupam o maior espaço.

Então, gata, tá precisando encontrar um lugar onde guardar suas roupas? Dá uma olhada aqui nas Lojas MM, que tem um monte armário bacana, tipo esse aqui:

*Este post foi patrocinado pelas Lojas MM.

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Sobre Ângela

Professora, mestranda e dona de casa. Ou seja, a pessoa que, na concepção dos outros, menos trabalha no mundo.

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