O dia em que eu conheci a Palmirinha

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Palmirinha Onofre é, na minha humilde opinião, a musa inspiradora da dona-de-casa. Pelo menos é a minha. Como não amar muito essa vovó simpática? Você não queria ser neta dela? Eu queria!

Palmirinha

Conheci a senhorinha há uns 8 anos, quando ainda morava em São Paulo e uma amiga da faculdade me disse que sua avó adorava o programa da Palmirinha, que na época ainda passava na TV Gazeta. Falou que era o maior barato, que ela sempre se esquecia dos nomes dos ingredientes e tinha um ajudante que ficava sempre a postos para lembrá-la, além de passar receitas como aquelas feitas pela sua vó, sem frescurices de programas de chef, ingredientes exóticos e quetais. Assisti algumas vezes e me encantei com a simpatia dela, especialmente ao chamar as telespectadoras de “minhas amiguinhas”.

Aí que o mundo dá muitas voltas, eu comecei a escrever o Manual e o sabão Ariel me chamou para o lançamento de um novo produto da linha deles (os Power Pods, sobre os quais falo mais depois), que aconteceria no hotel Tivoli em São Paulo. O fato de que o lugar estava cheio de outras celebs (Rodrigo Hilbert, Sabrina Sato, Rodrigo Faro e aquela chatinha da Tatá Werneck) e até uma repórter meio tchonga da TV Fama (“Minha vida é televisão, assisto até Tv Cultura!” Porque bom mesmo é Rede TV, né, filha?) pouco importava, eu fui lá pra ver a Palmirinha mesmo. E ela representou, viu? Uma graça, simpática de tudo e felicíssima por estar lá no meio “dazamiguinha” dela. Levou bolo de chocolate bem molhado, cortou um baita pedaço pra dar pro Rodrigo Faro e imitou o andar da Valdirene com direito a dedinho na boca e tudo.

Saí de lá contente demais, por ter tido a chance de ver que a Palmirinha é tão gracinha ao vivo quanto na TV e de dar um abração nela.

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Sobre Ângela

Professora, mestranda e dona de casa. Ou seja, a pessoa que, na concepção dos outros, menos trabalha no mundo.

Comentários

  1. É legal demais quanto se tem a oportunidade de conhecer um de seus ídolos. E é melhor ainda, quando eles correspondem realmente ao que projetamos neles. O o sorriso estampado das duas diz tudo: simplicidade é fato, não dá para fingir.

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