Mercado #comofas

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A pedidos da Catarina, hoje vou fazer um post sobre compras no supermercado. Não tenho a pretensão de escrever um guia ou roteiro completo, já que compras variam muito de pessoa pra pessoa de acordo com o estilo de vida de cada um. Vou contar para vocês como eu faço e o que deu e o que não deu certo comigo. Vamos lá?

Periodicidade: É ela que vai determinar o quanto você enche seu carrinho e são a sua necessidade  e rotina que vão determinar a periodicidade com que você vai ao mercado; semanal, quinzenal ou mensalmente.

Eu costumo ir semanalmente e acho que mesmo as pessoas que optam por fazer a famosa compra do mês acabam dando uma passada no mercado uma vez por semana por causa de ítens perecíveis.

Quando ir? Ninguém melhor do que você mesmo para decidir quando ir. Avalie sua rotina e a periodicidade e então escolha o melhor dia para fazer suas compras, que não precisa estar cravado em pedra e muito menos ser inflexível.

Quando comecei a morar sozinha ficava em São Paulo de segunda à quinta-feira, então eu sempre fazia as compras na segunda logo depois de sair da faculdade. Agora que eu passo mais tempo em São Paulo, alguns finais de semana inclusive, eu costumo ir no sábado ou domingo quando estou por aqui. Se fico fora no fim de semana faço as compras geralmente na segunda.

Acho bom ir no sábado ou domingo pois consigo abastecer a casa para o fim de semana e para a semana, evitando mais uma viagem ao mercado, por exemplo, na quarta-feira.

Onde ir? A não ser que você tenha 7 pessoas na sua casa e precise comprar quantidades monstruosas, o que transforma a compra do mês numa peregrinação que te leva a uma visita a todos os supermercados da cidade, opte pelo que seja mais perto da sua casa. Não importa que o quilo da batata é mais barato no mercado x e o sabão em pó no mercado y está com preço melhor. Só o combustível que você gasta pra se deslocar correndo atrás de oferta da concorrência não vale o desconto, sem contar o tempo que você vai perder fazendo isso.

Pese tudo o que é mais importante para você; preço, qualidade, variedade, quantidade e comodidade e vá no mercado que você ache mais conveniente. Eu pesei todos esses quesitos e  agora costumo ir a um que fica bem pertinho da minha casa.

O que comprar? Só você mesmo pode responder a esta pergunta. Neste post aqui eu fiz uma lista do que nunca, ou quase nunca, falta na minha despensa.

Tem gente que gosta de montar um cardápio de semana, fazer a lista e então ir ao mercado. Eu já tentei fazer isso, mas não consegui, minha rotina louca de professora estudante não me permite programar minhas refeições com menos de duas horas de antecedência. O que eu costumo fazer é ir ao mercado e comprar as coisas que eu sei que gosto de comer e deixá-las em casa ou bolar o cardápio com as receitas que eu já tenho no meu arquivo permanente cerebral enquanto vou passeando pelos corredores. Um exemplo: semana passada comprei mandioquinha, cenoura e tomate pensando em diferentes sabores de sopas para as noites frias que viriam. Também comprei pãezinhos e cream cheese para acompanhar as sopas. Maravilha! Consumi todos os ingredientes durante a semana, me alimentei bem e até convidei a Tate pra vir bater um prato de sopa de mandioquinha comigo.

Agora que tenho faxineira uma vez por semana também preciso pensar nela e deixar algo para ela poder fazer de almoço. Semana passada deixei arroz, bife, macarrão e um miojo para que ela pudesse escolher o que queria.

Como faço compras uma vez por semana também compro frutas, sempre em pouca quantidade para não estragarem. Toda semana vario as frutas, para não enjoar e comer melhor. Salada não costumo comprar, nunca consegui comer um pé de alface inteiro, as verduras sempre estragam quando compro maços ou pés delas e aquelas bandejinhas com as saladas lavadas e montadas são muito caras.

Espero que as dicas tenham sido úteis para a Catarina e para os outros leitores!

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Sobre Ângela

Professora, mestranda e dona de casa. Ou seja, a pessoa que, na concepção dos outros, menos trabalha no mundo.

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