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	<title>Manual da dona de casa</title>
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	<description>Como morar sozinha e manter a casa inteira.</description>
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		<title>Panela de pressão</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 16:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[Genéricos]]></category>
		<category><![CDATA[panela]]></category>
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		<description><![CDATA[Acredito que eu não seja a única pessoa do mundo que tenha um certo medinho da panela de pressão&#8230; né? Digam que sim, por favor, nem que seja por solidariedade. É uma coisa que vem desde criança, da época em que você entrava na cozinha, chegava perto do fogão e sua mãe já chegava junto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/04/DSC_0010.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1923" alt="Panela de pressão WMF" src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/04/DSC_0010-300x199.jpg" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Acredito que eu não seja a única pessoa do mundo que tenha um certo medinho da panela de pressão&#8230; né? Digam que sim, por favor, nem que seja por solidariedade. É uma coisa que vem desde criança, da época em que você entrava na cozinha, chegava perto do fogão e sua mãe já chegava junto falando:</p>
<p>-Menina, sai de perto da panela de pressão que isso aí é perigoso!</p>
<p>Acontece que tem certos alimentos, cujo preparo é inifitamente mais rápido com a ajuda da tal panela que assobia. Arroz integral por exemplo. E isso acarreta também numa certa economia, de tempo e dinheiro, já que se usa menos gás. Pensando nisso, achei que deveria dar uma chance à panela de pressão e tentar superar um dos meus medos na cozinha. A coisa toda se deu em duas etapas, pois a primeira que eu comprei simplesmente não cumpriu seu propósito. Explico.</p>
<p>Passeando pela Spicy, vi uma de inox, maravilhosa, da WMF, toda brilhante, toda trabalhada no design, daquelas que você deixa em cima do fogão pra mostrar pras visitas. Peguei pra conferir mais de perto e ainda pude perceber que a tal, além de tudo, era bem pesadona, com fundo triplo, com a tampa toda desmontável para ajudar na hora de lavar e impedir que um grão de arroz malicioso entupisse a válvula. Foi amor à primeira vista, sou do tipo que se apaixona por panelas, e eu estava super decidida a comprá-la. Até que vi o preço: quase R$ 1000,00. Não dava, ela me custaria muitas horas-aula, mas não foi fácil deixá-la na loja, em cima daquela prateleira fria, virar as costas e sair andando. Admito que fiz isso com um baita peso no coração. &#8220;Tchau, panela.&#8221;</p>
<p>Aí que no supermercado achei uma brazuca, daquela marca do relógio em inglês, revestida com antiaderente, por um preço bem camarada e lembrando que era uma dessas que a minha mãe tinha em casa. Se é igual à da mãe da gente, a probabilidade de erro tende a zero, certo?</p>
<p>Errado! Cheguei em casa com ela, bem feliz da minha vida, e botei umas alcachofras pra cozinhar. E quem disse que a panela pegava pressão? Não sei bem a razão do problema, o fato é que não havia meio dela desempenhar sua função a contento. Fiquei #chatiada, levei no mercado e peguei meu dinheiro de volta.</p>
<p>Nisso se passou um ano e me apareceu uma oportunidade de viajar pra Alemanha. &#8220;Perfeito! Trago a panela da WMF de lá!&#8221; E foi o que eu fiz, por um terço do preço daqui comprei a bonita e trouxe de volta comigo na mala, me sentindo a rainha das sacoleiras. É claro que, em comparação aos companheiros de esteira que chegavam de Miami, eu, com minha malinha de 15 Kg contando com a panela de inox de fundo tripo, era sacoleira mirim, faixa branca.</p>
<p><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0008-e1369091944807.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1927" alt="Panela de pressão WMF" src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0008-e1369091944807-199x300.jpg" width="199" height="300" /></a></p>
<p>Hoje em dia ela me quebra um galhão! E você? Me conta, tem panela de pressão? Usa? Morre de medo?</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Torta de banana para as mães da família</title>
		<link>http://manualdadonadecasa.com/1917-torta-de-banana-para-as-maes-da-familia/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 14:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cozinha]]></category>
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		<category><![CDATA[torta]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; O almoço de dia das mães desse ano foi aqui em casa e bem petit comité, já que só um dos quatro tios, além da minha mãe, pôde estar presente. Eu gosto de encontros de família cheios de gente, mas como cozinheira preciso admitir que os pequenos são bem mais fáceis de administrar. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/05/DSCN1100.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1918" alt="Torta de banana" src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/05/DSCN1100-e1368451829522-225x300.jpg" width="225" height="300" /></a></p>
<p>O almoço de dia das mães desse ano foi aqui em casa e bem <em>petit comité</em>, já que só um dos quatro tios, além da minha mãe, pôde estar presente. Eu gosto de encontros de família cheios de gente, mas como cozinheira preciso admitir que os pequenos são bem mais fáceis de administrar.</p>
<p>O cardápio foi planejado por mim e pela dona Marta: queijo de coalho de petisco, salada, <a href="http://manualdadonadecasa.com/1403-spatzle/">Spätzle</a> com molho de cogumelos pra dar cabo de uns Portobello que estavam na geladeira sem destino certo e <a href="http://manualdadonadecasa.com/1492-torta-de-cereja/">torta de cereja</a>, pra usar umas em conserva que estão há um bom tempo na despensa. Tudo muito bom, muito gostoso e nada que rendesse receita nova pra cá, já que seria um belo dum &#8220;Vale a Pena Ver De Novo&#8221;. Até que eu fui reconsultar a receita da torta de cereja e descobri que só tinha metade da quantidade que era pedida. Fuén fuén fuén&#8230; Comecei a folhear o livro da Williams-Sonoma pra ver se encontrava alguma outra opção, mas sem muito ânimo, já que a despensa de casa não estava super bem abastecida. Até que encontrei uma receita de torta de banana e, bingo!, para essa tinha tudo o que seria necessário! Tudo menos a gelatina sem sabor&#8230;</p>
<p>Não estava com a menor disposição de sair de casa para ir ao mercado e comprar SÓ a gelatina sem sabor. Comecei a pensar em como substituir e já estava quase pegando as chaves do carro quando me lembrei de uma quantidade monstruosa de ágar-ágar que comprei há um bom tempo e quase nunca usei. A primeira experiência, tentando substituir a gelatina numa receita de Pana Cotta, deu completamente errado e eu fiquei com um mingauzinho mole com um gosto horrível de alga e mar. Como diria um amigo meu, estraguei o creme de leite E o ágar-ágar, que voltou pra cima da prateleira e lá ficou.</p>
<p>Dessa vez fui procurar nessa internet de meu D&#8217;us como utilizar a alga em substituição à gelatina. Primeira coisa que descobri é que o ágar-ágar precisa, além de ser hidratado, ser fervido para funcionar direito. Segunda coisa é que a proporção é de cerca de 10 a 12 gramas para 1 litro de água, mais ou menos uma colher de sopa. Sabendo disso, foi mais fácil acertar dessa vez!</p>
<p>Para fazer a torta de banana você vai precisar de:</p>
<p>Massa da torta:</p>
<p>200g de farinha de trigo;</p>
<p>uma colher de sopa de açúcar;</p>
<p>1/4 de colher de chá de sal;</p>
<p>1/2 xícara (125g) de manteiga fria sem sal cortada em cubinhos;</p>
<p>3 colheres de água bem fria.</p>
<p>Coloque a pá da batedeira e junte a farinha, o açúcar e o sal na tigela da batedeira, mexendo primeiro só com uma colher para combinar os ingredientes. Adicione a manteiga e, com uma colher, jogue-a de um lado para o outro de modo que os cubinhos de manteiga fiquem cobertos pelos ingredientes secos. Ligue a batedeira em velocidade média e bata até que fique parecendo uma farinha grossa, como de cuscus. Junte a água e bata mais um pouco, até que a massa fique uniforme; é bem rapidinho.</p>
<p>Forre uma forma de torta com essa massa e leve à geladeira por 30 minutos, até ela firmar. Enquanto isso pre-aqueça o forno a 180 graus. Leve a massa ao forno, coberta com papel alumínio e coberta com feijõezinhos ou arroz (para evitar que a massa cresça e fique esquisita, os grãos fazem o peso necessário) por 25 minutos. Depois desse tempo tire os grãos e o alumínio e volte a massa por forno por mais 10 minutos, até que esteja dourada. Deixe em uma grade para esfriar.</p>
<p>Recheio:</p>
<p>60ml de água;</p>
<p>1 pacotinho de gelatina em pó sem sabor ( eu usei algo como 1/4 de colher de chá de ágar-ágar);</p>
<p>500ml de leite;</p>
<p>4 gemas de ovos;</p>
<p>125g de açúcar;</p>
<p>1/4 de xícara (30g) de maizena;</p>
<p>1/4 de colher de chá de sal;</p>
<p>1 colher de chá de essência de baunilha;</p>
<p>3 bananas descascadas e cortadas em rodelinhas.</p>
<p>Hidrate a gelatina na água (se estiver usando o ágar-ágar é só ferver com a água). Em uma panela esquente o leite sem ferver e desligue o fogo. Em uma tigela, misture as gemas e o açúcar até obter um amarelo pálido, junte a maizena e o sal, mexendo até ficar homogêneo. Junte o leite quente em duas adições de 250ml cada uma, batendo bem depois de cada uma delas. Volte a panela ao fogo e mexa constantemente, até que a mistura engrosse e comece a borbulhar. Tire do fogo e junte a baunilha.</p>
<p>Forre o fundo da forma com a massa da torta com a banana e despeje o creme por cima. Cubra com filme PVC e leve à geladeira por, pelo menos, 4 horas. Na hora de servir cubra com um pouquinho de chantilly.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A coisa mais louca que já me aconteceu na vida</title>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 13:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[A vida como ela é]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu sonho de adolescência era ter uma câmera à prova d&#8217;água. Mais especificamente, esta daqui: Era um modelo de filme, da Canon, pelo qual me apaixonei em 1998 depois que vi uma amiga da minha mãe usando. Na época era caríssima, acho que custava uns R$ 600,00, que equivaliam US$ 600,00. Ou seja, era completamente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Meu sonho de adolescência era ter uma câmera à prova d&#8217;água. Mais especificamente, esta daqui:</p>
<p><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/05/canon-a-prova-dagua_MLB-O-3179114455_092012.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1909" alt="canon-a-prova-dagua" src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/05/canon-a-prova-dagua_MLB-O-3179114455_092012-300x300.jpg" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Era um modelo de filme, da Canon, pelo qual me apaixonei em 1998 depois que vi uma amiga da minha mãe usando. Na época era caríssima, acho que custava uns R$ 600,00, que equivaliam US$ 600,00. Ou seja, era completamente impensável. Ainda mais pra mim, do alto dos meus 13 aninhos, sonho dos grandes. Demorou muito até eu ter dinheiro suficiente pra comprar uma câmera à prova d&#8217;água; ainda mais porque, nesse meio tempo, apareceram as digitais. Havia muito poucos modelos subaquáticos digitais disponíveis e a qualidade deles não era lá grandes coisas, de modo que eu tive que esperar até 2010 para comprar minha primeira câmera à prova d&#8217;água.</p>
<p>Foi o primeiro modelo digital que a Canon lançou e o que me pareceu melhor custo x benefício na época em que comprei. Essa daí, infelizmente, durou pouquíssimo nas minhas mãos. Foi roubada, na mão grande, por um maldito dum crackeiro. &#8220;Paciência&#8221;, pensei, e comprei uma Nikon que virou meu xodó. Até que essa daí também se perdeu nas águas do Jalapão, como contei <a href="http://manualdadonadecasa.com/1842-chipa-do-tocantins-a-comida-com-sabor-de-desapego/">aqui.</a> Aí fiquei pensando que, apesar de querer muito uma câmera à prova d&#8217;água, não estava no meu destino ser dona de uma.</p>
<p>Até que há duas semanas o telefone de casa tocou e um &#8220;Rafael, de Palmas&#8221; pediu pra falar comigo. Na hora não entendi nada, não me lembrava de ter conhecido ninguém com este nome quando estive no Tocantins, mas foi só ele dizer que tinha ido ao canyon da Suçuapara para minhas antenas ficarem alerta. Então ele completou a história, contando que tinha ido lá com um amigo e, enquanto nadava na cachoeira, a cordinha da minha Nikon enroscou no braço dele, que por sua vez a puxou e pegou a máquina!</p>
<p>Por mais incrível que possa parecer, mesmo depois de um mês e meio debaixo d&#8217;água, a danada ainda estava funcionando e tinha bateria! Ou seja, alguém querendo comprar uma câmera resistente à água e com uma bateria que dure infinitamente, a dica é a Nikon AW 100. Foi então que ele resolveu ligá-la e encontrou esta foto:</p>
<p><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/05/DSCN0946.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1910" alt="Hotel Pousada dos Girassóis" src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/05/DSCN0946-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Achei uma gentileza tremenda do hotel e resolvi fotografar. Foi a minha sorte e a prova de que &#8220;gentileza gera gentileza&#8221;! Por causa dessa foto, o meu anjo da guarda conseguiu entrar em contato com o hotel, que passou meu telefone e ele me ligou. Aí só tive que passar meu endereço e esperar a kombi do SEDEX bater na minha porta.</p>
<p>E não é que no fim essa câmera era mesmo pra ser minha? Tanto era que voltou e agora eu é que não me desgrudo mais dela, minha companheira de viagens e histórias incríveis!</p>
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		<title>Pizza caseira</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 19:34:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
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		<category><![CDATA[receita fácil]]></category>

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		<description><![CDATA[Toda família tem uma comida relacionada a uma data, especialmente às festivas. Mas também às corriqueiras, como a popular macarronada domingueira. A tradição no lado Raposo de Medeiros da família é a pizza caseira do jantar das sextas-feiras. Eu sempre estudei de tarde e me lembro de como era especialmente gostoso chegar em casa nos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1904" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/04/488104_182441085219650_1898748194_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-1904" alt="Foto &quot;instagrada&quot; de uma das vezes em que jantei pizza na casa da vovó." src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/04/488104_182441085219650_1898748194_n-300x300.jpg" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foto &#8220;instagrada&#8221; de uma das vezes em que jantei pizza na casa da vovó.</p></div>
<p>Toda família tem uma comida relacionada a uma data, especialmente às festivas. Mas também às corriqueiras, como a popular macarronada domingueira. A tradição no lado Raposo de Medeiros da família é a pizza caseira do jantar das sextas-feiras.</p>
<p>Eu sempre estudei de tarde e me lembro de como era especialmente gostoso chegar em casa nos finais de tarde, comecinho da noite, na sexta. Parecia que o cheiro da pizza já vinha me alcançar no portão de casa. Lembro também da tigela de inox coberta por um pano de prato, dentro da qual a massa crescia, e que ficava em cima da bancada de granito; de comprar os ingredientes com a minha avó no supermercado durante a semana. Mas acho que, mais do que tudo, me lembro de comer a pizza, que minha avó cortava em quadradinhos, usando um palito de plástico com a estrela da VARIG na ponta, meu tio era co-piloto da empresa quando eu era criança.</p>
<p>Imagino que os descendentes de italianos ficarão de cabelo em pé ao verem a receita e a espessura da pizza. A massa &#8220;Raposo de Medeiros&#8221; é mais fofinha, lembrando um pãozinho, e acho que é daí que vem meu gosto pela pizza massuda e alta da Pizza Hut. Mas como não tenho uma gota de sangue italiano que seja, me sinto confortável o suficiente para não me horrorizar nem um pouco, sem contar o fator emocional.</p>
<p>Para fazê-la você vai precisar de:</p>
<p>1 tablete de fermento biológico;</p>
<p>1 xícara de leite morno;</p>
<p>1 colher de chá de açúcar;</p>
<p>100g de manteiga;</p>
<p>500g de farinha;</p>
<p>1 colher de chá de sal.</p>
<p>Esfarele o fermento e junte o açúcar, misture o leite e ponha um pouco de farinha, até que obtenha a consistência de um mingau mole. Deixe descansar por 10 minutos, até o fermento crescer. Então junte a manteiga, o sal e a farinha. Sove a massa, ela deve desgrudar das mãos, e deixe descansar por uma hora. Abra em uma assadeira redonda, untada, cubra com molho e queijo e leve ao forno médio pré-aquecido por cerca de 30-40 minutos.</p>
<p>Por recomendação da minha avó eu usei uma assadeira de 30 cm de diâmetro, mas ficou um pouco pequena. Acho que essa quantidade de massa pode render duas dessas assadeiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sopa de aspargos</title>
		<link>http://manualdadonadecasa.com/1892-sopa-de-aspargos/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 19:09:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cozinha]]></category>
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		<category><![CDATA[comida]]></category>
		<category><![CDATA[receita]]></category>
		<category><![CDATA[sopa]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Mais uma pro hall das sopas, essa daqui foi feita há um tempão e só agora me lembrei de postar. Tempão mesmo, algo como dois anos atrás, a sorte é que na hora fotografei a dita pois pensava em publicar a receita pouco depois. Acabou que me esqueci. Essa é dos gloriosos tempos de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_1893" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/04/IMG_0551.jpg"><img class="size-medium wp-image-1893" alt="Teve um pão de milho pra acompanhar." src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/04/IMG_0551-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Teve um pão de milho pra acompanhar.</p></div>
<p>Mais uma pro <em>hall</em> das sopas, essa daqui foi feita há um tempão e só agora me lembrei de postar. Tempão mesmo, algo como dois anos atrás, a sorte é que na hora fotografei a dita pois pensava em publicar a receita pouco depois. Acabou que me esqueci.</p>
<p>Essa é dos gloriosos tempos de São Paulo, quando eu frequentava a maravilhosa feira da rua Indiana lá no Brooklin e com uns R$30,00 comprava comida pra semana toda. Sem contar a qualidade e variedade dos produtos, a bandejinha de shiitake custava R$3,00! Outra coisa que saía por um preço bem camarada eram os aspargos, que eu amo. Pena que, com a mudança de cidade tenha havido também uma mudança nos ítens da despensa&#8230; Aliás, leitores de Campinas, alguém indica uma boa feira na cidade?</p>
<p>Tem gente que diferencia sopa de creme, eu não sou muito chegada a essas distinções. Pra mim, se dá pra comer de colher, é sopa. Essa de aspargos é bastante cremosa, pois leva creme de leite, leite, manteiga e farinha, e cai muito bem para um dia de bastante frio, quando um quentinho pro corpo e pra alma se fazem necessários. Para acompanhar a sopa eu fiz <a href="http://www.pitadinha.com/2010/10/pao-rapido-de-milho.html">este</a> maravilhoso pão de milho e a combinação foi perfeita.</p>
<p>O <em>tchans</em> da receita é que o caldo que usamos para cozinhar a sopa é feito com as partes do aspargo que vamos descartar, como a parte mais baixa do caule, as cascas e as outras partes mais durinhas. Isso dá um gosto ótimo.</p>
<p>Para fazer a sopa de aspargos você vai precisar de:</p>
<p>500g de aspargos frescos;</p>
<p>1 litro de água;</p>
<p>sal;</p>
<p>açúcar;</p>
<p>60g de manteiga;</p>
<p>300ml de leite;</p>
<p>30g (algo como 4 colheres de sopa de farinha);</p>
<p>pimenta branca moída na hora;</p>
<p>noz moscada;</p>
<p>2 gemas de ovo;</p>
<p>2 colheres de sopa de creme de leite fresco;</p>
<p>3 a 4 colheres de sopa de salsinha picadinha.</p>
<p>Lave os aspargos e descasque-os cuidadosamente, começando do topo para baixo, sem machucar as pontinhas. Corte as partes de baixo e remova as partes mais duras. Guarde as cascas e as pontas. Exágue os aspargos e corte em pedacinhos de 3cm.</p>
<p>Encha uma panela com a água e coloque 1 colher de chá de sal e 20g de manteiga. Junte as cascas e pontas dos aspargos, deixe ferver e cozinhe por cerca de 15 minutos em fogo médio.</p>
<p>Coe esse caldo e volte a fervê-lo. Junte os aspargos picadinhos e cozinhe por mais 10-12 minutos, até que estejam <em>al dente</em>. Passe esses aspargos por uma peneira e guarde o caldo. Ponha leite o suficiente para que o caldo + leite complete um litro.</p>
<p>Derreta o resto da manteiga (40g) em uma panela, adicione a farinha e continue mexendo até que a mistura fique um amarelo claro. Junte o caldo (caldo do aspargo mais leite) e mexa vigorosamente com um fouet, para que pelotas de farinha não se formem. Leve a sopa a ferver e cozinhe sem tampa por 5 minutos em fogo baixo, mexendo de vez em quando.</p>
<p>Tempere a sopa com sal, açúcar, pimenta e noz moscada. Misture a gema com o creme de leite e junte à sopa, mexendo com cuidado para obter uma mistura homogênea. Coloque os aspargos e sirva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sopa de abóRba</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 11:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genéricos]]></category>

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		<description><![CDATA[Na minha opinião, a comida que mais combina com o fim de um dia de trabalho &#8211; e os meus sempre terminam às 21:00 &#8211; é um prato de sopa acompanhado por um pãozinho. É rápido, uma vez que geralmente tenho ela pronta e então o único trabalho que tenho é o de esquentar, gostoso [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/04/2013-04-17-17.08.50.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1889" alt="Abóbora" src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/04/2013-04-17-17.08.50-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Na minha opinião, a comida que mais combina com o fim de um dia de trabalho &#8211; e os meus sempre terminam às 21:00 &#8211; é um prato de sopa acompanhado por um pãozinho. É rápido, uma vez que geralmente tenho ela pronta e então o único trabalho que tenho é o de esquentar, gostoso e dá aquele confortinho. No verão acabo variando mais o cardápio, já que não é sempre que dá vontade de comer alguma coisa assim tão quentinha, mas no inverno as sopas imperam no &#8220;menu da noite&#8221;.</p>
<p>Daí que começou a esfriar e eu fui folhear os livros aqui pra ver se achava uma receita nova. E encontrei, uma de <em>butternut squash </em> no <em>The Jewish Princess Cookbook</em>. Na hora que vi achei que parecia muito interessante, mas deixei de lado por saber que esse é um daqueles legumes que eu nunca vou encontrar nos mercados daqui, o nosso clima simplesmente não é frio o suficiente pra eles. Aí fui caçar na internet se havia possibilidade de substituição&#8230; e havia! Por abóbora, simples assim. Assim fica fácil, né?</p>
<p>Ela não é a receita mais rápida de se fazer, só que rende TANTO que acaba compensando. Eu congelei mais da metade, mas você pode simplesmente optar por fazer uma quantidade menor.</p>
<p>Para fazê-la você vai precisar de:</p>
<p>2 Kg de abóbora cortada em triângulos;</p>
<p>3 colheres de sopa de azeite;</p>
<p>purê de alho (Eu simplesmente passei o alho no processador com um pouco de azeite. Usei uma cabeça inteira e o gosto ficou um pouco forte, dá pra usar meia cabeça só.);</p>
<p>sal e pimenta do reino a gosto;</p>
<p>4 cebolas picadinhas;</p>
<p>4 cenouras picadinhas;</p>
<p>2 colheres de chá de salsinha seca;</p>
<p>10 xícaras de caldo de legumes;</p>
<p>1 1/2 colheres de sopa de mel.</p>
<p>Pré-aqueça o forno a 240 graus (médio-alto).</p>
<p>Coloque a abóbora em uma assadeira, pincele com um pouco do azeite e o purê de alho. Tempere com sal e pimenta do reino e leve ao forno por cerca de 45 minutos, até que fiquem macias.</p>
<p>Aqueça as três colheres de azeite em uma panela grande, junte as cebolas e cenouras e cozinhe por cerca de 10-15 minutos, até que fiquem macias mas não douradas. Junte a salsinha. Verta o caldo de legumes e espere ferver, então abaixe o fogo e deixe cozinhar por mais 20 minutos. Acrescente a abóbora ao caldo e cozinhe por mais cinco minutos.</p>
<p>Bata no liquidificador, eu tive que fazer em etapas porque não coube tudo de uma vez, até ficar homogêno e ponha o mel.</p>
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		<title>Bolo de leite Ninho</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 18:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[assar]]></category>
		<category><![CDATA[bolo]]></category>
		<category><![CDATA[receita]]></category>
		<category><![CDATA[receita rápida]]></category>

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		<description><![CDATA[Já tivemos a modinha do petit gatêau, do cheesecake, do brigadeiro, do cupcake, do macarron, da trufa, dos cookies, do brownie&#8230; E algo me diz que o leite Ninho será o próximo hype. Outro dia um aluno falou sobre um sorvete de leite Ninho trufado, que eu classificaria como Dadaísmo culinário, e uma amiga falou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/04/534919_299670063496751_1658887984_n.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1884" alt="Bolo de leite Ninho" src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/04/534919_299670063496751_1658887984_n-300x300.jpg" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Já tivemos a modinha do <em>petit gatêau</em>, do cheesecake, do brigadeiro, do cupcake, do macarron, da trufa, dos cookies, do brownie&#8230; E algo me diz que o leite Ninho será o próximo <em>hype</em>. Outro dia um aluno falou sobre um sorvete de leite Ninho trufado, que eu classificaria como Dadaísmo culinário, e uma amiga falou de um bolo de leite Ninho, tudo isso em um espaço de duas semanas. Sem contar que já fazia um tempo que eu ouvia falar de brigadeiro de leite Ninho.</p>
<p>O tal do sorvete não me atraiu em nada, me lembrou mesmo aquele quadro da Monalisa com bigodinho de Salvador Dalí, já o bolo&#8230; Fiquei com vontade de saber do que aquilo se trataria e procurei por algumas receitas no Google, mas não encontrei nada que me satisfizesse. Troquei umas idéias com uma amiga boleira do trabalho e pensamos que o leite em pó, se colocado na massa do bolo, não faria qualquer diferença no sabor, apenas substituiria o leite que é usado em muitas receitas. Descartamos esta hipótese e partimos para a possibilidade de o <em>tchans</em> do bolo ser o recheio, que seria um brigadeiro de leite Ninho. Achei que valia a tentativa.</p>
<p>Para o bolo usei a minha receita preferida de bolo simples, o <a href="http://manualdadonadecasa.com/1216-bolo-de-qualquer-hora/"><em>Anytime Cake</em></a> do <em>The Jewish Princess Cookbook. </em>Como estava sem a farinha com fermento usei farinha comum mesmo e, para cada xícara, adicionei 1,5 colher de chá de fermento químico e 0,5 colher de chá de sal.</p>
<p>Para o recheio fiz um brigadeiro branco:</p>
<p>1/2 colher de manteiga</p>
<p>1 lata de leite condensado</p>
<p>3 &#8211; 4 colheres de sopa de leite Ninho.</p>
<p>Derreti a manteiga em uma panela, juntei o leite condensado e o leite em pó. Misturei tudo bem com um fouet, para desfazer as pelotinhas do pó, e tirei do fogo quando deu o ponto de brigadeiro. Depois espalhei em uma das metades do bolo enquanto ainda estava quente.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Supermercado em família</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 12:47:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genéricos]]></category>

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		<description><![CDATA[Há quem não suporte encarar uma pia de louça suja, sue frio ao pensar em dar cabo de uma pilha de roupas para passar, tenha trimiliques só de pensar em passar aspirador de pó ou varrer a casa&#8230; Não que eu ame executar qualquer uma dessas tarefas, mas nada disso me assusta muito ou chega [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem não suporte encarar uma pia de louça suja, sue frio ao pensar em dar cabo de uma pilha de roupas para passar, tenha trimiliques só de pensar em passar aspirador de pó ou varrer a casa&#8230; Não que eu ame executar qualquer uma dessas tarefas, mas nada disso me assusta muito ou chega a me tirar do sério. De todas as tarefas que envolvem tomar conta da casa, a que mais me desagrada em cheio é ir ao mercado. Não gosto, nunca gostei. Adoro uma feira de rua, quando morava em São Paulo era até amiga dos feirantes da rua Indiana, uma lojinha de produtos mais gourmet, um mercadão. Agora, fazer supermercado, urgh!, é daquelas tarefas que eu vou adiando o quanto dá. Odeio aquele monte de gente junto se esbarrando, derrubando ítens das prateleiras, se amontoando, se acotovelando. Não que num ambiente ao ar livre, como a feira, isso não acontece, mas o clima é melhor.</p>
<p>Acontece que tem vezes que não há como escapar. Ontem, por exemplo, tive um intervalo grande entre aulas e aproveitei o tempo pra fazer uma visitinha pra minha avó, filar um bolinho e aproveitar a companhia dela. Aí ela me pediu para levá-la ao supermercado e eu cedi, pensei que podia aproveitar e comprar algumas coisas que eu também estava precisando e pegar umas dicas com ela também. Nunca, em toda minha vida, eu vi alguém fazer compra em supermercado com tanta eficiência, é de deixar a gente besta. E olha que eu já fui em supermercado com todo tipo de pessoa, até com chefe de cozinha e ex-gerente de restaurante.</p>
<p>O que eu aprendi com a minha avó ontem:</p>
<p>- Acho que o mais importante de tudo é ter em mãos uma lista com tudo o que você precisa. Meio óbvio, não? Acontece que isso nem sempre condiz com a realidade, tem vezes em que eu não tenho a menor idéia do que vou precisar comprar quando entro no supermercado. Aí que você sempre sai de lá carregando coisas desnecessárias e deixando para trás o que precisava realmente. Quem nunca, não é mesmo? Portanto, faça uma lista e leve.</p>
<p>- Anotar os preços dos ítens que estão no carrinho na listinha que você levou. Outra coisa me desanima é a &#8220;surpresa&#8221; do valor total da conta somada ao sorrisinho maroto da caixa que, invariavelmente, vai te perguntar: &#8220;Só isso?&#8221;. Como assim &#8220;só isso?&#8221;, minha filha? A registradora está mostrando que eu gastei R$ 200,00 só em comida! Anotando os preços você evita o elemento surpresa no fim da empreitada e ainda pode usar pra comparar o valor das compras mês a mês.</p>
<p>- Ter um esquema tático para encher o carrinho. Mais uma vez estou chovendo no molhado, mas é bem mais prático já ir agrupando as compras no carrinho enquanto os ítens da lista vão sendo riscados. Fica fácil pra embalar e também evita ter que voltar a uma determinada seção. Quem nunca passou pelo: &#8220;Hm&#8230; agora falta pegar papel toalha&#8230;&#8221; Sendo que você tinha colocado todos os outros produtos da mesma seção no carrinho e agora tem que voltar só pra buscar o maldito.</p>
<p>- Ir num dia ou horário menos movimentado, tipo segunda-feira de manhã. Assim você evita as multidões.</p>
<div id="attachment_1881" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/04/12Angela-e-Vovó.jpg"><img class="size-medium wp-image-1881" alt="Com a vovó." src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/04/12Angela-e-Vovó-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Com a vovó.</p></div>
<p>Boas compras!</p>
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		<title>Concurso cultural lojas TaQi</title>
		<link>http://manualdadonadecasa.com/1874-concurso-cultural-lojas-taqi/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 13:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genéricos]]></category>

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		<description><![CDATA[Consolidada como um dos principais comércios eletrônicos da região sul do país, a Lojas taQi visa atingir cada ver mais consumidores pelo Brasil. A qualidade da empresa pode ser comprovada a partir do selo de Loja Ouro registrado pelo instituto e-Bit Empresas, premiação adquirida através dos próprios consumidores da internet brasileira. Quem não gosta de se sentir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Consolidada como um dos principais comércios eletrônicos da região sul do país, a <a href="http://www.taqi.com.br/" target="_blank">Lojas taQi</a> visa atingir cada ver mais consumidores pelo Brasil. A qualidade da empresa pode ser comprovada a partir do selo de Loja Ouro registrado pelo instituto e-Bit Empresas, premiação adquirida através dos próprios consumidores da internet brasileira.</p>
<p>Quem não gosta de se sentir um pouco mimado, não é mesmo? De ganhar um presente? Se for um presentão, então, melhor ainda! Agora em abril as lojas <a href="http://www.taqi.com.br/">TaQi</a> fazem aniversário e vão dar cinco presentes bacaníssimos para os autores das respostas mais criativas. Para participar é só clicar na imagem abaixo e responder à seguinte pergunta:</p>
<p>Por que eu mereço ganhar um presente da TaQi?</p>
<p>Os autores das cinco melhores respostas ganharão:</p>
<p>- 1º: TV LED 42&#8243; (primeiro colocado)<br />
- 2º: Notebook Asus (segundo colocado)<br />
- 3º: Smartphone (terceiro colocado)<br />
- 4º: Tablet Samsung (quarto colocado)<br />
- 5º: Forno Fischer (quinto colocado)</p>
<p>Mas, fica esperta, que é só até dia 25/04!</p>
<p><a href="http://aniversario.taqi.com.br/"><img class="alignnone size-medium wp-image-1875" alt="aniversario-taqi" src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/04/aniversario-taqi-300x136.jpg" width="300" height="136" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*<em>Este post é um publieditorial</em></p>
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		<title>A dona-de-casa e a furadeira</title>
		<link>http://manualdadonadecasa.com/1863-a-dona-de-casa-e-a-furadeira/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 19:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genéricos]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia li um texto, bem babaca por sinal, sobre mulheres saberem trocar resistência de chuveiro ou isso ser trabalho/função de homem. Acho que nem um e nem outro, não sei dizer se existe alguma habilidade que deva pertencer exclusivamente a um gênero ou outro. Como mulher que morou sozinha por muitos anos, precisei aprender [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia li um texto, bem babaca por sinal, sobre mulheres saberem trocar resistência de chuveiro ou isso ser trabalho/função de homem. Acho que nem um e nem outro, não sei dizer se existe alguma habilidade que deva pertencer exclusivamente a um gênero ou outro. Como mulher que morou sozinha por muitos anos, precisei aprender a fazer de tudo um pouco, já que eu acredito que autossuficiência seja tudo nessa vida, inclusive furar paredes.</p>
<p>Entre 2007 e 2009 fiz parte da equipe de robótica da Poli, a ThundeRatz, eu ficava encarregada de entrar em contato com possíveis patrocinadores e atualizar ou adequar a proposta de patrocínio que seria enviada para cada um deles. Foi um tempo bem divertido, a gente viajava para participar das competições e numa delas conheci meu amigo Leandro, que mora no Rio. Numa das vezes que fui visitá-lo comentei que estava precisando de uma furadeira e pedi sua opinião sobre qual seria o melhor modelo para uma dona de casa. Não precisava ser nada de outro mundo, furadeira de impacto, com bateria acoplada, com vários tipos de broca disponíveis, nada disso. Eu queria uma coisa simples, ela seria usada pra pregar um quadro na parede, uma prateleira ou o meu ímã para guardar as facas na parede.</p>
<p>Qual não foi a minha enorme surpresa quando, ao invés de me indicar um modelo, o Léo simplesmente entrou na sua oficina e voltou de lá com uma furadeira na mão dizendo:</p>
<p>- Ó, eu ganhei essa daqui como prêmio numa das competições, fica pra você!</p>
<p>Foi um dos presentes mais bacanas que já ganhei! Inclusive porque, ter furadeira, torna você uma pessoa popular, especialmente no ambiente de trabalho. Sempre aparece um colega que acabou de mudar de casa e precisa pregar qualquer coisa na parede, perguntando:</p>
<p>- Quem tem uma furadeira pra emprestar?</p>
<p>Nessas horas eu sempre posso levantar a mão e falar:</p>
<p>- Eu tenho, quer que traga amanhã? E, olha, na hora que for fazer o furo, não se esqueça de pregar um saquinho de supermercado com fita crepe na parede logo abaixo. Assim você evita ter que varrer a sujeira, ela cai direto no saquinho.</p>
<p>Enfim, se você ainda não tem uma furadeira ou tá precisando fazer mais amigos no ambiente de trabalho, está na hora de adquirir uma!</p>
<p>Esse post foi um oferecimento da <a href="http://www.taqi.com.br/">Lojas taQi</a>. Se já estiver interessado aproveite para conferir os <a href="http://www.taqi.com.br/taqi/ferramentas-eletricas/cat10005/">modelos e opções de ferramentas elétricas</a>, inclusive, furadeiras!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_1865" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/04/178569_437703699594285_1847992843_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-1865" alt="A equipe toda, no Winter Challenge de 2009, em Amparo." src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2013/04/178569_437703699594285_1847992843_o-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A equipe toda, no Winter Challenge de 2009, em Amparo.</p></div>
<p>*<em>Este post é um publieditorial</em></p>
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