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	<title>Manual da dona de casa</title>
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	<description>Como morar sozinha e manter a casa inteira.</description>
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		<title>Pensamento aleatório do dia #2</title>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 18:48:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[A vida como ela é]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pessoa pode tirar muita coisa de você, roubando na ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pessoa pode tirar muita coisa de você, roubando na cara dura mesmo, debaixo do seu nariz e isso pode vir de onde menos se espera &#8211; ou de onde menos você gostaria de acreditar que tenha vindo. Mas ninguém pode tirar de você a sua capacidade de produzir, de recuperar o que foi roubado; porque ninguém pode te tirar a capacidade de trabalhar, de gerar riqueza através do teu próprio esforço.</p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/R7xRtSUunEY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Vocabulário familiar</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 14:44:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[A vida como ela é]]></category>
		<category><![CDATA[Dia-a-dia]]></category>
		<category><![CDATA[arrumação]]></category>
		<category><![CDATA[FLY]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de não ter filhos e nem planejá-los para um ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de não ter filhos e nem planejá-los para um futuro próximo, existem uns blogs de mãe que eu gosto muito de ler, como o <a href="http://pequenoguiapratico.blogspot.com.br/">Pequeno Guia Prático Para Mães Sem Prática </a>e o<a href="http://www.carolesuasbabybobeiras.com/"> Carol e suas baby-bobeiras</a>. Gosto muito dos textos das duas e outro dia li um <a href="http://minhamaequedisse.com/2012/02/sobre-folclore-familiar-palavras-equivocadas-e-a-linhagem-da-elizangela/">texto ótimo</a> da Mari, que escreve o Pequeno Guia, sobre vocabulário familiar. Sabem aquelas palavras que existem apenas nas nossas famílias? Ou cujo significado foi alterado por nós com o passar dos anos?</p>
<p>Lembrei disso enquanto lia sobre um método de arrumação da casa chamado FLY (Finally Love Yourself) que consiste em ir arrumando a casa por etapas. Cada semana do mês fica dedicada a um cômodo da casa e as tarefas vão sendo feitas aos poucos, de modo que você não precisa esperar o sábado pra fazer o faxinão geral e perder um dia do precioso fim-de-semana. Neste processo de rearrumação interno e externo em que me encontro, achei que seria bom tentar um que tivesse método, pelo menos pra arrumação da casa.</p>
<p>Enfim, enquanto lia sobre o FLY me deparei com o termo <em>hotspot</em>, que é aquele lugar da casa que tende a acumular coisas várias: chaveiros, celulares, contas, papéis, lembrancinha de casamento que você foi e não sabe onde colocar, correspondências de todos os tipos etc.. Quando eu era pequena e morava com a minha avó, tinha um móvel na sala de TV que reunia todas as características supracitadas e que era carinhosamente chamado de <em>Playcenter</em>. A primeira vez em que ouvi chamarem-no assim eu não entendi, fiquei pensando no parque de diversões da Marginal Tietê que eu achava o máximo.</p>
<p>Acabou que virou também <em>Playcenter</em> a escrivaninha bagunçada que ficava no corredor da casa em que morei com a minha mãe durante a adolescência. O grande problema é que no meu apartamento, o móvel que chamou pra si a bagunceira toda é a mesa de jantar. Socorro! A meta para a segunda-feira é dar uma rearranjada na bagunceira toda e eleger um novo <em>Playcenter.</em></p>
<p>E vocês? Têm <em>Playcenter</em> em casa? Têm alguma palavra muito característica cujo significado só é entendido no âmbito familiar? Minha mãe se lembrou de que quando eu era pequena chamava coador (ou peneira) de &#8220;michiró&#8221; e que por um bom tempo o termo permaneceu no nosso vocabulário.</p>
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		<title>Espremedor de laranja (ou limão)</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 14:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na minha cozinha tem]]></category>
		<category><![CDATA[utensílio]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Há um tempo atrás, assistindo o programa da Nigella, vi ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há um tempo atrás, assistindo o programa da Nigella, vi que ela usava um espremedor de laranja diferente e que parecia ser muito prático. Muito mais do que o modelo tradicional que eu conhecia: aquele que fica numa espécie de cestinha e que é fixado em cima de uma jarrinha que muitas vezes pode ser usada para servir o suco. Na casa da minha avó tinha um desses, azul clarinho, minha mãe teve um branco e eu tenho um roxinho.<br />
Ele é ótimo quando você precisa espremer cítricos para obter uma grande quantidade de suco, mas trambolhudo quando o tanto de suco que é necessário para a receita é apenas uma colher de sopa. Esse da Nigella parecia ótimo pra essa última finalidade: com uma mão você segura o espremedor e com a outra a laranja.</p>
<div id="attachment_1625" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2012/05/DSC_0046.jpg"><img class="size-medium wp-image-1625" title="Espremedor" src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2012/05/DSC_0046-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Além de tudo ele é bonitinho, não é?</p></div>
<p>O único porém é que eu nunca vi um desses pra vender em terras nacionais. O meu foi comprado numa feira de rua em Praga por uns R$3,00.</p>
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		<title>Como dobrar lençol com elástico</title>
		<link>http://manualdadonadecasa.com/1619-como-dobrar-lencol-com-elastico/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 14:17:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-a-dia]]></category>
		<category><![CDATA[arrumação]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>

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		<description><![CDATA[Quarta-feira com clima de segunda, precisando dar uma arrumada na ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quarta-feira com clima de segunda, precisando dar uma arrumada na casa, fui passar um lençol que tinha lavado ontem. Pausa pra dizer que, sim, eu passo lençol. Tenho horror de dormir em lençol amassado e como acabo tendo que secá-los na secadora (às vezes por causa do tempo, outras por causa do tamanho do varal do apartamento&#8230;) e eles saem completamente amarrotados, ou amarfanhados, como sempre ouvi dizer lá em Campinas. O duro é que o lençol de baixo deste jogo é com elástico e eu tenho horror de lençol de elástico! Não sei dobrar, fica tudo amarfanhado e aquela bola horrenda vai pra dentro do meu armário ocupar muito mais espaço do que deveria. Aí tive a ideia de ir procurar um vídeo que ensinasse a dobrá-los de maneira a ficar mais bonitinhos e ocuparem menos espaço.</p>
<p>O youtube tem resposta pra praticamente toda e qualquer dúvida, né? E lá encontrei a Super Nice, uma personagem da Omo, que ensina vários truques bacanas de forma super bem humorada. E dica boa a gente compartilha, né?</p>
<p>Entonces tá aqui o vídeo:<br />
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/dQK_NqtZxTw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Já dobrei todos os lençóis da casa!</p>
<p>*Este post NÃO é um publieditorial, coloquei o vídeo da Omo porque gostei.</p>
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		<title>Escova</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 12:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[E pá limpá?]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[limpeza]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem já vem aqui há algum tempo, não é ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem já vem aqui há algum tempo, não é nenhuma novidade que eu sou completamente louca pelos meus dois akitas, o Hachi e a Sakura (Saka, para os íntimos). Contudo, esse amor todo não me impede de ver um grande defeito que ambos têm: pêlos, um número ridículo de pêlos, que caem e se espalham pela casa inteira e, claro, grudam em tudo.</p>
<p>Quando o Hachi ainda morava comigo em São Paulo, o apartamento, que é todinho carpetado, ficava em petição de miséria. A solução que encontrei naquela época foi um aspirador de pó que pareceu milagroso, o <a href="http://manualdadonadecasa.com/257-aspirador-de-po-pet-lover-da-electrolux/">Pet Lover da Electrolux.</a> (Aliás, eu nunca mais o vi para vender nos petshops, nem ele e nem os saquinhos. Alguém ainda vê?)</p>
<p>Em Campinas a coisa fica mais fácil, o chão da casa da minha mãe é de cimento queimado e uma vassoura de pêlos dá conta de limpar tudo muito bem. Menos o sofá, que fica peludinho peludinho e é bem chato de limpar. Como um móvel apenas não justifica a compra de um novo eletrodoméstico, fiquei super contente quando encontrei esta escova:</p>
<div id="attachment_1604" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2012/04/IMG_0787.jpg"><img class="size-medium wp-image-1604" title="Escova" src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2012/04/IMG_0787-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O cabo é de madeira e as cerdas de uma borracha grossa</p></div>
<p>Comprei em Portugal, naquela loja Paris em Lisboa, sobre a qual falei <a href="http://manualdadonadecasa.com/1551-cheirinho-bom/">aqui</a>. Nunca vi esta marca à venda no Brasil, mas dá pra comprar pela Amazon alemã (que não entrega a escova no Brasil&#8230;), aparentemente pela americana também mas com muito menos opções. O <a href="http://shop.redecker.de/">site da marca</a> é meio confuso e não consegui entender como se compra. Ou seja, tem que ir viajar ou encomendar com alguém. Mas eu juro, vale a pena! Ela é muito muito muito boa!</p>
<p>Vejam só:</p>
<div id="attachment_1605" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2012/04/IMG_0788.jpg"><img class="size-medium wp-image-1605" title="Banco" src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2012/04/IMG_0788-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Este é o banco do meu carro, peludo e babado, depois de levar o Hachi ao veterinário. Parece que não vai ficar limpo nunca.</p></div>
<div id="attachment_1606" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2012/04/IMG_0789.jpg"><img class="size-medium wp-image-1606" title="Banco limpo" src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2012/04/IMG_0789-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Ta-da!! Depois de uma passadelas de escova, ele ficou limpinho de pêlos!</p></div>
<p>O estofado continuou meio babado, mas ficou pêlo-free! Por causa das cerdas de borracha, a escova limpa super bem; o atrito faz com que os pêlos, zupt!, grudem nela.</p>
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		<title>Comfortable food</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 01:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[A vida como ela é]]></category>
		<category><![CDATA[Cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[Genéricos]]></category>
		<category><![CDATA[comida]]></category>
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		<description><![CDATA[Já tem um certo tempo que se fala sobre comfort ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já tem um certo tempo que se fala sobre <em>comfort food</em> por aí, aquela que nos faz sentir reconfortados em momentos ruins, capaz de nos transportar de volta ao passado a cada garfada que damos. Geralmente está relacionada a sabores da nossa infância, por isso o <em>mac and cheese </em>provavelmente seja considerada a <em>comfort food</em> americana por execelência. No livro &#8220;Em busca do tempo perdido&#8221; é onde talvez encontramos o exemplo mais clássico de todos, Marcel Proust fala sobre Madeleines quando quer contrastar memória voluntária e memória involuntária.</p>
<p>&#8220;Tão logo o líquido quente misturado às migalhas tocou meu paladar um arrepio me percorreu e eu parei, voltado para a coisa extraordinária que estava acontecendo comigo. Um prazer exótico havia invadido meus sentidos, uma coisa isolada, desvinculada, sem nenhuma indicação de sua origem. E, de uma vez, as vicissitudes da vida se tornaram indiferentes para mim, os desastres inócuos, a brevidade ilusória &#8211; esta nova sensação tendo em mim o efeito que o amor tem ao me preencher com uma essência preciosa; ou, melhor dizendo, esta essência não estava em mim, ela era eu. De onde veio? O que significava? Como eu poderia aproveitá-la e apreendê-la? &#8230; E de uma vez a memória se revelou. O gosto era o mesmo daquele pedacinho de madeleine que, às manhãs de domingo, m Combray ( porque nestas manhãs eu não saía antes da missa), quando eu ia dizer bom dia a ela em sua quarto, minha tia Léonie costumava me dar, primeiro molhando o bolinho em sua xícara de chá. A visão da pequena madeleine não havia evocado nada à minha memória antes que eu a provasse.&#8221;</p>
<p>Eu poderia fazer uma lista de quais seriam as minhas e sei que estaria sendo injusta ao deixar alguma de fora por puro esquecimento.</p>
<p>Pão-de-queijo, aquela gelatina branca com uns pedaços de gelatina colorida no meio, pizza de muzzarella da cozinheira da minha avó e até mesmo um McFish quando estou viajando&#8230; Isso só pra listar muito poucas de todas as comidas que me trazem boas lembranças ou algum conforto.</p>
<p>Acho legal pensar essa relação que temos com a comida, que ela pode rapidamente, a partir de um cheiro ou um sabor, nos transportar para muito longe de onde quer que seja que estejamos. Ao mesmo tempo, também há aquelas que nos trazem conforto por serem, além de gostosas, fáceis e rápidas de serem feitas. E foi pensando assim que há uns dias atrás eu abri uma lata de sopa <em>Campbell&#8217;s</em> de cogumelos. O cheiro que veio me levou rapidinho de volta pra cozinha do apartamento onde morei com a minha mãe durante a adolescência, o sabor para a hora em que nos sentávamos para jantar e ver a novela das oito, que naquela época ainda começava às 20h, o calor trouxe o conforto necessário e rapidez com que ficou pronta foi essencial num momento de muita fome e pouca inspiração.</p>
<p>E vocês? Qual comida traz boas ou más memórias?</p>
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		<title>Vou indo ali e já volto</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 20:57:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genéricos]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu tinha acabado de retomar um ritmo bom nas postagens ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tinha acabado de retomar um ritmo bom nas postagens e já logo sumi outra vez, né? De vez em quanto acontecem certas coisas conosco que nos tiram um pouco a vontade de nos doarmos, compartilharmos e, no meu ver, tanto cozinhar quanto escrever demandam muito dessas duas coisas. A vida tem dessas, né?<br />
Mas ó, só tô abrindo umas caixas velhas, relendo uns diários e me redescobrindo outra vez. Logo mais tem mais coisas de casa e de comida por aqui.</p>
<p>Por enquanto deixo uma foto do que, com certeza, foi um dos dias mais felizes da minha vida e que fica pregadinha na minha geladeira, que é pra eu olhar enquanto lavo louça e me lembrar que na vida tem muito mais dessas coisas boas. Ela é muito mais cheia da beleza e mágica do Taj Mahal do que de dores e dissabores.<br />
<a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2012/04/DSC_0754.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1597" title="DSC_0754" src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2012/04/DSC_0754-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
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		<title>Colcha de retalhos &#8211; um projeto em andamento</title>
		<link>http://manualdadonadecasa.com/1583-colcha-de-retalhos-um-projeto-em-andamento/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Apr 2012 23:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Decoração da casinha]]></category>
		<category><![CDATA[Genéricos]]></category>
		<category><![CDATA[costura]]></category>
		<category><![CDATA[decoração]]></category>

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		<description><![CDATA[No que o tempo começa a dar uma trégua, as ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1586" class="wp-caption alignnone" style="width: 235px"><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2012/04/IMG_0769.jpg"><img class="size-medium wp-image-1586" title="retalhos" src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2012/04/IMG_0769-e1333923973202-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Passando todos os retalhinhos antes de cortá-los.</p></div>
<p>No que o tempo começa a dar uma trégua, as noites se tornam mais frias e só o lençol não dá conta de esquentar. Contudo, um cobertor ainda não é o caso e uma colcha de tecido vem bem a calhar, cumprindo o papel de oferecer um calorzinho sem sufocar. Pensando na necessidade de uma colcha, na falta de verba e no gosto do &#8220;eu que fiz&#8221;, resolvi tirar de vez a poeira das máquinas, puxar a cadeira e mandar brasa. Estou eu mesma fazendo a minha própria colcha de retalhos. Nada contra quem chama de <em>patchwork</em>, mas não vejo por que renomear a atividade de trabalhar com retalhos. Aliás, esta não é uma palavra bonitinha? <em>Retalho</em>, tem um som simpático.</p>
<p>Só aqui em casa, feitas pela avó da minha mãe, aquela mesma que era dona da Singer pretinha, temos três destas colchas. A última delas, feita especialmente para mim quando eu ainda era criança e por isso mesmo mais pequenina. Daí que retalhos aqui nesta casa são o que não me faltam; oficialmente costurando já faz dez anos e extra-oficialmente não saberia nem dizer&#8230; Se entrarem para a conta os anos em que já costurava as roupas das minhas bonecas, são quase vinte. Deu pra juntar uma bela quantidade, né?</p>
<p>A maioria consiste de pedaços de algodãozinho estampado, meus queridos do coração pela fofurice e facilidade tanto na hora de cortar quanto na de costurar &#8211; odeio tecido que escorrega. Mas também tem cetim, veludo, brim e outros tipos que não combinariam com uma colcha de retalhos. Se bem que uma composta apenas por pedacinhos de cetim seria a quintessência do luxo, poder e glamour, hein?</p>
<p>Curiosamente, a somatória de todos os meus retalhinhos não foi suficiente para produzir uma colcha inteira e precisei recorrer à amiga e vizinha <a href="http://www.anasinhana.com/">Ana Sinhana</a>, que me liberou de bom grado uma sacola cheia. O projeto esta andando a passos de tartaruga e a colcha talvez fique pronta para o outono do ano que vem. Mas quem se importa, não é mesmo? Fazê-la é a maior parte da diversão!</p>
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		<title>Pêssach ou Passagem</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 02:26:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genéricos]]></category>
		<category><![CDATA[jewish]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de, em português, ser mais conhecida como &#8220;Páscoa judaica&#8221;, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de, em português, ser mais conhecida como &#8220;Páscoa judaica&#8221;, a festa que se inicia hoje de noite encontra sua melhor tradução na simples palavra &#8220;Passagem&#8221;. E por que isso? Porque foi isto o que aconteceu há tantos anos atrás durante a fuga do Egito. Foi naquele momento em que deixamos de ser escravos e nos tornamos homens livres, para sempre.</p>
<p>Pêssach marca a passagem da escravidão para a liberdade, do inverno para a primavera; é tempo de renovação e, por isso, passagem. Os dias que antecedem a festa são de preparação para ela: faxina na casa toda para nos livrarmos do que não está sendo usado e de tudo que é alimento <em>chamêts</em>, fermentado. Durante oito dias o único tipo de pão permitido é a <em>matzá</em>, pão não fermentado. O motivo por trás deste costume foi a rapidez com que o êxodo do Egito aconteceu, não deu tempo do pão fermentar e ele foi assado desse jeito mesmo, o que resultou naquele pão que mais parece um biscoitão de água e sal. Outra explicação, essa ouvi do Rabino Michel Schlessinger e gostei muito, vem do fato  que Pêssach marca a entrada da primavera e como esse é um tempo de renovação, é tempo de criar um novo fermento a partir de um primeiro pão que seria feito apenas com água e farinha. O fermento velho é descartado para dar lugar a um novo, o que, na minha opinião, também tem um pouco a ver com a obsessão judaica por limpeza e higiene.</p>
<p>Então hoje fui reler um pouco sobre a festa, seu significado e suas tradições e cheguei a <a href="http://www.cip.org.br/2012/04/pessach/">este texto</a> muito bonito; que me fez refletir sobre como anda a minha vida e quais são as coisas que eu quero para ela e quais aquelas para as quais já não há mais espaço neste novo ciclo que se inicia. E preciso dizer que não poderia ter passado esta noite, as festas judaicas são sempre celebradas na véspera, de uma maneira melhor; dando início ao que eu quero que ocupe o espaço daquilo que já vinha fermentando há tanto tempo na minha cabeça.</p>
<p>Uma boa passagem para todo mundo que passa por aqui. <em>Chag sameach!</em></p>
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		<title>Tábuas</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 14:53:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ângela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na minha cozinha tem]]></category>
		<category><![CDATA[o que ter]]></category>
		<category><![CDATA[utensílio]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das coisas que eu mais desejei e não sosseguei ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas que eu mais desejei e não sosseguei até comprar foi este conjunto de tábuas:</p>
<p><a href="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2012/03/DSC_0041.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1556" title="Tábuas" src="http://manualdadonadecasa.com/wp-content/uploads/2012/03/DSC_0041-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>A primeira vez que eu as vi foi numa loja de departamentos na Alemanha, a Karstadt, no ano passado. Me apaixonei pelas cores, pelas abinhas com desenhos bonitinhos e pela maneira em que ficam organizadas, como um arquivo. Fiquei morrendo de vontade de trazer mas o espaço na mala já estava meio escasso, o da cozinha mais ainda. Fiquei a ver navios&#8230;</p>
<p>Nosso próximo <em>rendez-vous</em> foi num stand do shopping Morumbi, em um <em>set</em> mais completo; com facas que combinavam com o tipo de alimento que deve ser cortado em cada uma das tábuas. O preço? Completamente proibitivo! Algo como 400 dinheiros ou mais. Não, né?</p>
<p>Até que nos reencontramos há pouco tempo atrás na Amazon, por uns 120 dinheiros; comprei e um amigo americano fez o frete. Valeu esperar, elas são são bonitas e práticas! Gosto muito da idéia de ter uma tábua específica pra cada tipo de alimento, assim a cenoura não fica cheirando peixe.</p>
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